Reciclagem: Implante em seu Condomínio


Eco-condomínio

Noticia postada em 04/06/2010

Reciclagem

implante no seu condomínio

 As estatísticas apontam o Brasil como um dos paises que mais reciclam lixo no planeta. A cada ano são reaproveitados 94% do alumínio que vai parar nas lixeiras e também 51% das garrafas PET e 46% das embalagens de vidro jogadas fora. Apesar dos números expressivos, o Brasil poderia fazer mais em prol da natureza – apenas 405 municípios (ou seja, somente 7% das cidades brasileiras) já implantaram um sistema com recipientes e transportes públicos para coleta seletiva (o que não significa que o lixo seja realmente separado e reciclado).

 Para que os hábitos brasileiros continuem em ascensão, o consumidor desempenha um papel essencial. Felizmente, é cada vez mais comum a iniciativa de cidadãos que promovem a separação do lixo em locais onde vivem grandes concentrações de pessoas, como os condomínios residenciais. Uma vez engajados no projeto, os moradores agem como multiplicadores da idéia, incentivando os que ainda não participam a incorporar a prática no seu dia-a-dia.

Se o seu condomínio ainda não for um ambiente ecologicamente correto, você pode implantar a coleta seletiva. Basta  apenas, preparar um projeto estruturado, que deve ser seguido à risca, e que englobe planejamento, implantação e manutenção. Embora a tarefa não seja difícil de ser posta em prática, ela requer empenho – quanto mais pessoas atuando no processo, melhor. Entre os benefícios gerados pela reciclagem estão a redução dos índices de poluição do solo, da água e do ar, melhoria da limpeza do condomínio e aumento da sua qualidade de vida, bem como a de seus vizinhos.

Faça sua parte e ajude a prolongar a vida do planeta. A natureza e as futuras gerações agradecem.

Transforme seu condomínio em oito passos:

1. Conheça seu lixo: nesta etapa, você estima junto aos moradores a quantidade de cada material reciclável gerado mensalmente, para avaliar qual o espaço necessário para armazenamento (se for preciso), definir as metas de reciclagem e quanto se poderá obter com uma eventual venda do lixo.

2. Programe a coleta: decida o que fazer com o material e selecione uma empresa (caso venda o lixo) ou uma entidade (caso doe) para coletar no condomínio.

3. Defina o destino: separe apenas o que terá fim certo: se você não encontrar uma empresa ou entidade interessada em um determinado tipo de lixo, nem peça para os moradores o separarem, senão você terá que jogar tudo fora depois.

4. Escolha as lixeiras: para definir a quantidade de lixeiras, avalie a rotina de coleta do lixo comum e onde ele é depositado – o ideal é que a coleta de recicláveis seja próxima à geração de lixo. Qualquer lixeira serve, desde que seja diferenciada dos recipientes usados para o lixo comum.

5. Local de estoque: a freqüência da retirada dependerá do número de moradores e do volume de materiais recolhidos no período. Selecione um local para estocar os recicláveis até a retirada – a menos eu você encontre uma empresa ou entidade que colete diariamente.

6. Envolva os funcionários: os funcionários da limpeza e as empregadas domésticas que trabalham no condomínio devem ser treinados, pois caberá a eles o recolhimento e o armazenamento diferenciado dos materiais. Se eles não forem sensibilizados sobre a importância do trabalho, seu projeto estará  comprometido.

7. Invista em informação: todas as pessoas que trabalham ou moram no condomínio devem saber que o programa existe e também de que forma elas podem participar. Invista em um material com informações preciosas e objetivas: o que separar, onde colocar e a quem procurar para mais informações.

8. Apresente os resultados: descubra o índice de participação dos condôminos e informe a todos os resultados do programa .Converse com os faxineiros para saber se há colaboração (ou falta de) nos diversos andares. Um programa de coleta seletiva precisa sempre ser lembrado e estimulado, para que não acabe por inércia.


Considerações: O conteúdo desta matéria tem como propósito levar o conhecimento e a orientação no tocante à boa administração de seu condomínio. Contudo, a Empresa não se responsabiliza por quaisquer decisões que possa ser tomada valendo-se apenas da matéria exposta e sem a consulta de um especialista naquilo em que o assunto e/ou decisão assim possa exigir.

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